ASSO-A-PASSO Para cativar a platéia
Gilka Girardello, professora da Universidade Federal de Santa Catarina, dá orientações a quem quer se tornar craque na contação de histórias.
Faça uma seleção de títulos que despertem em você a vontade de passá-los aos alunos. É importante abrir o universo deles para diferentes narrativas, com temas como a vida e a morte, nossa origem e a humanidade, além de mitos.
Para se familiarizar com a narrativa, treine contando para amigos e familiares
Comece a narrar para grupos menores, enquanto você conhece as suas possibilidades. Reúna os ouvintes em roda para que eles se sintam próximos de você.
Escolha recursos, como desenhos, bonecos, músicas e movimentos de dança, com os quais você se sinta mais à vontade.
Use elementos expressivos, como imitação de vozes e movimentos com as mãos (estalar de dedos e palmas). Empregados na hora certa, eles fazem a diferença.
Imagine os detalhes de todas as cenas e descubra a melhor maneira de entoar cada trecho (sem se preocupar em decorá-las).
Preste atenção em alguns refrões ou frases de impacto que podem ser repetidos sempre do mesmo jeito - porque são bonitos ou soam bem.
Quanto mais a história for contada, maior o número de novas imagens que são incorporadas a cada cena. Esta é a peculiaridade da oralidade: cada um recria o conto.
Projete a voz na sala e amplie os gestos para que o público não se disperse. Quando o enredo pedir um tom mais suave, todos entenderão o recurso e farão silêncio para ouvir.
Antes ou depois da narração, conte de onde vem a história: de um livro, de um filme, da mitologia grega ou se aconteceu com alguém conhecido. Assim, a turma fica sabendo que também pode passá-la adiante.
Ignore as peraltices de alguns e conte a história para o resto da classe. Se alguma coisa que os bagunceiros fizerem permitir, vale incorporá-la à performance, sem quebrar o clima da história.
Contar histórias sempre envolve alguns imprevistos. O importante é não ter medo. Geralmente, as crianças querem que a narração prossiga. Então, elas vão ajudar você.
DÉBORA DIDONÊ
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.

Dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, a Prefeitura Municipal de Massapê, trabalhando pelas crianças e adolescentes do nosso município, organizou junto com as Secretarias de Assistencia Social, Saúde, Educação, Administração e Finanças, Infraestrutura, ONG Semeadores da Paz, Conselho Tutelar e a Comissão Pró-Sêlo UNICEF-Edição 2009-2012, CMDCA(Conselho Municipal de Direitos da Criança e Adolescente), um evento Cultural para ressaltar a importância que tem essa data para a Administração Massapê Crescendo Mais Com Você.
Apresentações Artísticas, panfletagem e conscientização foram levados ao público que compareceu à Praça Coronel João Pontes.
Alunos de várias Escolas estiveram presentes: E.E.F. Maria do Carmo Carneiro; E.E.F. Maria Laura Soares Frota; E.E.F. Luiz Carlos Magalhães Aguiar e Anexo; presentes também representações do PETI, CREAS, CRAS I, CRAS II, PROJOVEM, AMIGOS DA LEITURA, SPE(Saúde e Prevenções nas Escolas), Grupo de Capoeira e Comissão Pró-Selo UNICEF-edição 2009-2012.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Por uma literatura sem racismo.
Por uma literatura sem racismo
No Dia Nacional do Livro Infantil, a campanha Por uma infância sem racismo promove ação de valorização da literatura infanto-juvenil afro-brasileira e indígena
Brasília, 18 de abril – Neste Dia Nacional do Livro Infantil, a campanha Por uma infância sem racismo promoverá uma ação de valorização da literatura infanto-juvenil afro-brasileira e indígena.
Ao longo do dia, o blog da campanha www.infanciasemracismo.org.br divulgará artigos de especialistas no tema e informações sobre livros e livrarias onde essas obras podem ser encontradas. No twitter, o @unicefbrasil também divulgará notícias e realizará sorteio de livros com a hashtag #literaturasemracismo.
Nas últimas duas décadas, foram lançados diversos livros dedicados a estimular crianças e adolescentes a aprender o valor das diferenças étnico-raciais. São obras e referências que, cada vez mais, estão contribuindo para o desenvolvimento psicossocial e cultural de meninas e meninos no País.
O direito a aprender é garantido a cada criança e a cada adolescente. Por meio da leitura, crianças reinterpretam a realidade, aprendem novos valores e entram em contato com a sua própria cultura. O direito a conhecer e a ouvir múltiplas histórias amplia suas perspectivas e aprendizados, contribuindo, assim, para a construção de uma sociedade mais igualitária.
A ação faz parte da campanha Por uma infância sem racismo, lançada pelo UNICEF e seus parceiros para alertar a sociedade sobre os impactos do racismo na infância e adolescência. Baseada na ideia de ação em rede, a campanha convida pessoas, organizações e governos a garantir direitos de cada criança e de cada adolescente no Brasil.
Participe dessa ação e ajude a divulgá-la! Estimule a leitura de histórias sobre a diversidade étnico-racial entre as crianças e os adolescentes!
Fonte:site:www.selounicef.org.br
No Dia Nacional do Livro Infantil, a campanha Por uma infância sem racismo promove ação de valorização da literatura infanto-juvenil afro-brasileira e indígena
Brasília, 18 de abril – Neste Dia Nacional do Livro Infantil, a campanha Por uma infância sem racismo promoverá uma ação de valorização da literatura infanto-juvenil afro-brasileira e indígena.
Ao longo do dia, o blog da campanha www.infanciasemracismo.org.br divulgará artigos de especialistas no tema e informações sobre livros e livrarias onde essas obras podem ser encontradas. No twitter, o @unicefbrasil também divulgará notícias e realizará sorteio de livros com a hashtag #literaturasemracismo.
Nas últimas duas décadas, foram lançados diversos livros dedicados a estimular crianças e adolescentes a aprender o valor das diferenças étnico-raciais. São obras e referências que, cada vez mais, estão contribuindo para o desenvolvimento psicossocial e cultural de meninas e meninos no País.
O direito a aprender é garantido a cada criança e a cada adolescente. Por meio da leitura, crianças reinterpretam a realidade, aprendem novos valores e entram em contato com a sua própria cultura. O direito a conhecer e a ouvir múltiplas histórias amplia suas perspectivas e aprendizados, contribuindo, assim, para a construção de uma sociedade mais igualitária.
A ação faz parte da campanha Por uma infância sem racismo, lançada pelo UNICEF e seus parceiros para alertar a sociedade sobre os impactos do racismo na infância e adolescência. Baseada na ideia de ação em rede, a campanha convida pessoas, organizações e governos a garantir direitos de cada criança e de cada adolescente no Brasil.
Participe dessa ação e ajude a divulgá-la! Estimule a leitura de histórias sobre a diversidade étnico-racial entre as crianças e os adolescentes!
Fonte:site:www.selounicef.org.br
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